«O depois do Mercado […] é que inquieta»

Num artigo do Público saído no último domingo, 7 de Fevereiro, Luís Miguel Queirós questiona-se sobre o futuro do Bom Sucesso depois das obras ditas de requalificação.

Faz acompanhar aliás a peça de duas fotografias, de 1954 e na actualidade, que ilustram bem como mudou a envolvente do mercado desde que ele foi construído. Na primeira data há um descampado em volta.

Na sua opinião «este mercado coma sua beleza mais insinuante que majestosa» «prende o olhar». Refere-se-lhe ainda como um dos projectos mais notáveis do atelier ARS de Fortunato Cabral, Morais Soares e Cunha Leão».

E conclui: «se a intervenção no mercado até pode correr menos mal, o certo é que teria sido preferível ir correr riscos para outro lado». Daí que se inquiete.

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